Uma pessoa amiga filiada numa associação de protecção de animais sediada na ilha de São Miguel convidou-me para participar na assembleia geral dessa colectividade, que tinha solicitado divulgação junto de pessoas interessadas no assunto para além dos associados.
Fiquei completamente surpreendido quando no período de apresentação de listas para eleição de órgãos sociais surge como presidente da assembleia geral um deputado regional que votou favoravelmente à introdução da sorte de varas nas nove ilhas dos Açores. Convém realçar o nível de tortura animal que representa este tipo de prática, promovida unicamente para entretimento humano e o retrocesso civilizacional que tal regulamentação instituiria.
Ainda atordoado pela surrealidade do momento, assisti ao pedido de esclarecimentos de um associado ao deputado socialista acerca do assunto, tendo este manifestado ter sofrido imensas pressões políticas por uma decisão que hoje não viria a repetir.
Folgo em saber que a opinião do visado tenha evoluído, mas não deixo de estranhar que seis meses volvidos um alto responsável por uma quase aprovação de uma prática tão bárbara como a sorte de varas seja agora presidente da assembleia geral de uma associação de defesa de animais.
Caso tivesse direito a voto, mesmo após demonstração de arrependimento, não votaria em tal lista, apesar de única. Porque os políticos têm de ser responsabilizados pelos seus actos, mesmo que até pareçam, pelo menos aparentemente, pagar pelos seus pecados.
Para quem não sabe do que trata a sorte de varas votada favoravelmente por este deputado regional, agora presidente da assembleia geral de uma associação de defesa de animais, poderá assitir ao seguinte vídeo de Maio último, que apresenta conteúdos não recomendáveis às pessoas facilmente impressionáveis
SIC Notícias
Fiquei completamente surpreendido quando no período de apresentação de listas para eleição de órgãos sociais surge como presidente da assembleia geral um deputado regional que votou favoravelmente à introdução da sorte de varas nas nove ilhas dos Açores. Convém realçar o nível de tortura animal que representa este tipo de prática, promovida unicamente para entretimento humano e o retrocesso civilizacional que tal regulamentação instituiria.
Ainda atordoado pela surrealidade do momento, assisti ao pedido de esclarecimentos de um associado ao deputado socialista acerca do assunto, tendo este manifestado ter sofrido imensas pressões políticas por uma decisão que hoje não viria a repetir.
Folgo em saber que a opinião do visado tenha evoluído, mas não deixo de estranhar que seis meses volvidos um alto responsável por uma quase aprovação de uma prática tão bárbara como a sorte de varas seja agora presidente da assembleia geral de uma associação de defesa de animais.
Caso tivesse direito a voto, mesmo após demonstração de arrependimento, não votaria em tal lista, apesar de única. Porque os políticos têm de ser responsabilizados pelos seus actos, mesmo que até pareçam, pelo menos aparentemente, pagar pelos seus pecados.
Para quem não sabe do que trata a sorte de varas votada favoravelmente por este deputado regional, agora presidente da assembleia geral de uma associação de defesa de animais, poderá assitir ao seguinte vídeo de Maio último, que apresenta conteúdos não recomendáveis às pessoas facilmente impressionáveis
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